segunda-feira, 20 de maio de 2013

Trailer: O pianista


Guernica - Picasso


Guernica - a trágica e clássica obra do pintor cubista Pablo Picasso – nasceu das impressões causadas no artista pela visão de fotos retratando as consequências do intenso bombardeio sofrido pela cidade de Guernica, anteriormente capital basca, durante a Guerra Civil Espanhola, em 26 de abril de 1937.

Este painel, produzido em 1937, é então exposto em um pavilhão da Exposição Internacional de Paris, no espaço reservado à República Espanhola. Este trabalho é grandioso, em todos os sentidos, tanto na catástrofe bélica que reproduz, quanto no seu tamanho, pois ele mede 350 por 782 cm. Elaborado em tela pintada a óleo, é um símbolo doloroso do terror que pode ser produzido pelas guerras.

sábado, 18 de maio de 2013

Conteúdos da Avalição de História - II Unidade


6º ano “A” e “B”:

 

Mesopotâmia, Egito e o Reino da Núbia (Unidade 3):

Tema1 – Mesopotâmia: o berço da civilização.

Tema 2 – Mesopotâmia: terra de grandes impérios.

Tema 3 – O Egito e o Rio Nilo.

Tema 4 – A sociedade no Egito antigo.

Tema 5 – A religião e a escrita.

Tema 6 – O Reino da Núbia.

 

Obs.: Estudar pelo livro e caderno.

 

 

7º ano “A” e “B”:

 

Mudanças na arte e na religião (Unidade 4):

Tema 1 – A cultura humanista do Renascimento.

Tema 2 – A arte do Renascimento.

Tema 3 – A Reforma Protestante.

Tema 4 – A Contrarreforma.

 

Obs.: Estudar pelo livro e caderno.

 

 

8º ano “A” e “B”:

 

Revoluções na América e na Europa (Unidade 4):

Tema 1 – A era da ilustração.

Tema 2 – A independência dos Estados Unidos.

Tema 3 – A França antes da revolução.

Tema 4 – O início da revolução.

Tema 5 – Do Terror à reação termidoriana.

 

Obs.: Estudar pelo livro e caderno.

 

 

9º ano “A” e “B”:

 

A crise do capitalismo e a Segunda Guerra Mundial (Unidade 4):

Tema 1 – Os anos 1920 e a Grande Depressão.

Tema 2 – Os regimes autoritários tomam conta da Europa.

Tema 3 – Uma experiência dolorosa: o nazismo alemão.

Tema 4 – A expansão do Eixo e a Segunda Guerra Mundial.

Tema 5 – A eclosão da Guerra: o avanço do Eixo.

Tema 6 – O avanço dos aliados.

 

Obs.: Estudar pelo livro e caderno.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Projeto de História: A abolição realmente aconteceu?

Os alunos do 8º ano "A" e "B" do Colégio Sagrada Família apresentaram um projeto de História e Filosofia, tendo como tema: A abolição realmente aconteceu. Foi trabalhado em sala de aula a escravidão africana no Brasil e a escravidão na atualidade.
 
Disciplinas:
Filosofia.
História.
 
Conteúdo:
A escravidão africana no Brasil.
O trabalho escravo na atualidade.
 
Objetivos:
 
Analisar os conceitos de escravidão, abolição e liberdade.
Conhecer a cultura africana.
Identificar os tipos de trabalho escravo na atualidade.
Analisar as leis abolicionistas.
 
O trabalho foi realizado em 10 aulas.
 
Os alunos fizeram pesquisas, assistiram vídeos sobre a escravidão, confeccionaram desenhos, apresentaram peça, dança.
 
Professoras:
 
Flaviellen Barros.
Mônica Barbosa.
 
 
 
 
 
 





















 


Última carta de Olga Benário

 
 
ÚLTIMA CARTA ESCRITA AO MARIDO E À FILHA, DO CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DE RAVENSBRÜCK, ANTES DE SER CONDUZIDA À MORTE NA CÂMARA DE GÁS

(ABRIL/1942)

Queridos:

Amanhã vou precisar de toda a minha força e de toda a minha vontade. Por isso, não posso pensar nas coisas que me torturam o coração, que são mais caras que a minha própria vida. E por isso me despeço de vocês agora. É totalmente impossível para mim imaginar, filha querida, que não voltarei a ver-te, que nunca mais voltarei a estreitar-te em meus braços ansiosos. Quisera poder pentear-te, fazer-te as tranças – ah, não, elas foram cortadas. Mas te fica melhor o cabelo solto, um pouco desalinhado. Antes de tudo, vou fazer-te forte. Deves andar de sandálias ou descalça, correr ao ar livre comigo. Sua avó, em princípio, não estará muito de acordo com isso, mas logo nos entenderemos muito bem. Deves respeitá-la e querê-la por toda a tua vida, como o teu pai e eu fazemos. Todas as manhãs faremos ginástica... Vês? Já volto a sonhar, como tantas noites, e esqueço que esta é a minha despedida. E agora, quando penso nisto de novo, a idéia de que nunca mais poderei estreitar teu corpinho cálido é para mim como a morte.

Carlos, querido, amado meu: terei que renunciar para sempre a tudo de bom que me destes? Corformar-me-ia, mesmo que não pudesse ter-te muito próximo, que teus olhos mais uma vez me olhassem. E queria ver teu sorriso. Quero-os a ambos, tanto, tanto. E estou tão agradecida à vida, por ela haver-me dado a ambos. Mas o que eu gostaria era de poder viver um dia feliz, os três juntos, como milhares de vezes imaginei. Será possível que nunca verei o quanto orgulhoso e feliz te sentes por nossa filha?

Querida Anita, meu querido marido, meu Garoto: choro debaixo das mantas para que ninguém me ouça, pois parece que hoje as forças não conseguem alcançar-me para suportar algo tão terrível. É precisamente por isso que esforço-me para despedir-me de vocês agora, para não ter que fazê-lo nos últimas e difíceis horas. Depois desta noite, quero viver para este futuro tão breve que me resta. De ti aprendi, querido, o quanto significa a força de vontade, especialmente se emana de fontes como as nossas. Lutei pelo justo, pelo bom e pelo melhor do mundo. Prometo-te agora, ao despedir-me, que até o último instante não terão porque se envergonhar de mim. Quero que me entendam bem: preparar-me para a morte não significa que me renda, mas sim saber fazer-lhe frente quando ela chegue. Mas, no entanto, podem ainda acontecer tantas coisas... Até o último momento manter-me-ei firme e com vontade de viver. Agora vou dormir para ser mais forte amanhã. Beijo-os pela última vez.

Olga

A história de Caruaru - 156 anos.

O Brasil era ainda uma colônia e Pernambuco, uma capitania. Os portugueses chegaram aqui no começo do século XVI para extrair, entre outras coisas, o pau-brasil, do qual se tirava excelente corante vermelho e uma madeira nobre, de boa resistência. Depois, foi o açúcar. A terra era muito rica, como bem disse Pero Vaz de Caminha. Para que essa riqueza não caísse em mãos erradas, dos franceses, por exemplo, o jeito foi colonizar. Navios e mais navios chegaram à terra e do litoral para a zona das matas, foi um pulo.
Nessa época, Caruaru não existia, era apenas um bom trecho de terra no caminho que ia até o sertão, habitado por índios.
O que hoje se conhece como Caruaru começou tomar forma em 1681, quando o governador Aires de Souza de Castro, em 02 de junho, concedeu à família Rodrigues de Sá uma “sesmaria” com 30 léguas de extensão, à margem esquerda do Ipojuca. Mas a família só viria se instalar aqui, vinda do Recife, no final do século XVII e a Fazenda (do) Caruru, que foi o início de tudo, foi fundada logo depois, por Simão Rodrigues de Sá.
Em 1754, registra o professor Josué Euzébio Ferreira, Simão Rodrigues Duro, filho de Simão Rodrigues de Sá, casou-se com Antônia Thereza de Jesus, filha dos fundadores do sítio de Altinho. Tiveram três filhos: Joaquina Rodrigues de Jesus, JOSÉ RODRIGUES DE JESUS e Maria Conceição de Jesus. Após a morte dos pais, os irmãos foram morar na fazenda Juriti, ficando a Fazenda Caruru abandonada.
Em 1776, José Rodrigues de Jesus decidiu voltar para a fazenda do pai, casando-se em 1781 com uma sobrinha, Maria do Rosário Nunes, filha de Manoel da Silva e Joaquina Rodrigues de Jesus, numa união que até hoje têm descendentes na nossa cidade.
Pouco depois, a fazenda Caruru ganhava uma capela, dedicada à Nossa Senhora da Conceição, e uma pequena povoação começou a se formar dentro do terreno pertencente à fazenda, sendo administrada por José Rodrigues de Jesus até sua morte, em 1820, aos 64 anos de idade, sendo considerado o fundador de Caruaru pois foi de sua fazenda que nasceu a cidade.
De Vila a Cidade
Caruaru se tornou cidade, a primeira do Agreste pernambucano, pelo projeto nº 20, do deputado provincial Francisco de Paula Baptista (1811-1881), defendido em primeira discussão em 03 de abril de 1857 e tornado realidade, depois de aprovação sem debate, em 18 de maio daquele mesmo ano, com a assinatura da Lei Provincial nº 416, pelo vice-presidente da província de Pernambuco, Joaquim Pires Machado Portela.
Ao longo das décadas, a cidade cresceu e a antiga Vila do Caruru hoje é conhecida por vários títulos, como “Capital do Agreste”, “Capital do Forró”, “Princesa do Agreste”, dentre outros, dando a dimensão de sua importância política-econômica no cenário estadual.
A cultura não é menos rica. Caruaru é um reconhecidamente um celeiro de artistas. Foi em suas terras que nasceram músicos, escritores, poetas e artesãos, como Vitalino, que projetaram Caruaru para o mundo. Foi aqui que nasceram personalidades como os irmãos escritores Condé, Álvaro Lins, Austregésilo de Athayde. Até uma banda de pífanos feminina tem em Caruaru.